Segunda-feira, 19 de Novembro de 2012

V

Rasga-se a alma em mim.

Dentro do peito o mar, a sede destas lágrimas

em que branqueio fados e o luar

e recordo as rosas e as palavras.

Palavras que disseste, rosas que não me ofereceste

sentimentos diversos que abrigaste

no peito onde outrora te escondeste.

 

Mar. É o mar este sentido,

esta forma de te ver em mim guardado,

cravo no meu peito, sonho e sombra

que me assalta o tempo e rouba a fé

em lembranças de um mal, mal disfarçado.

 

Disfarçado em espera, em sonho adormecido

numa alma que esqueceu a eternidade 

das coisas em que outrora acreditou.

 

Felipa Monteverde

publicado por Felipa Monteverde às 00:45
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