Quarta-feira, 2 de Janeiro de 2013

XIII

Fervi paixões, marés de sal e alegria

felicidade efémera e sombria que me

transformaram em frustrada e tardia.

 

Tardia nas palavras, no carinho que transmito

na inconsciência em que habito ao largo

deste mar, mar de trevas com marés de solidão

altas vagas de intensa compaixão

que por mim sinto…

 

Mas não deveria ser assim

esta auto comiseração dentro de mim

não deveria existir, nada mais fiz ou faço

a não ser deixar que o amor me inunde

que o meu coração se expanda e fecunde

a minha alma, que para ti vive

que no fogo da paixão imola o tempo

em que te espero e renasço nessas cinzas em que ardi.

 

Felipa Monteverde

publicado por Felipa Monteverde às 23:33
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2 comentários:
De marilene a 10 de Janeiro de 2013 às 16:47
As paixões, fogueiras belas, podem terminar mesmo que a madeira ainda esteja a queimar. Mas deixam lembranças que não desejamos virem cinzas. Bjs.
De Ailime a 18 de Janeiro de 2013 às 14:18
Fabulosos poema , Felipa! Lindo e emocionante . Bjs Ailime

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