Sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2013

XVI

E o sonho continua,

pesadelo, dor ou sombra fugidia

que atormenta as minhas noites e os meus dias

que transforma o amor em dança de loucura

que aos pares se dança e às almas arrepia.

 

Sonho, ó sonho vão em mim,

por que me corrompes com teus medos

com este formigueiro nos meus dedos

com esta esperança em bancos de jardim?

 

Num banco de jardim te esperei

num banco de jardim renunciei ao

melhor que havia em mim, quando

quem eu era teve fim e da cinza nasceu uma quimera.

 

Quimera que persigo, utopia que mantenho

fogo ardendo em triste e negro lenho

que me imola a alma por castigo.


Felipa monteverde

publicado por Felipa Monteverde às 23:52
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De Ailime a 5 de Fevereiro de 2013 às 19:47
Felipa, outro poema fabuloso. Aprecio muito os poemas deste Seu Mar. Sente-se neles muita alma, emoção. Nos outros também, mas estes são especiais. Beijinhos Ailime
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