Sexta-feira, 9 de Novembro de 2012

I

Quiçá um dia já te vi
prisioneiro das marés onde jazias
navegante de maus sonhos, fantasias
em que outrora te esqueci, quando eram
noites e eram dias de amar… e não sabias.

 

O tempo nada é.
As marés em que ondeio sabem sal e
nada me conjuga as palavras em que
habito, nas razões de bem e mal.

 

Mal da vida em que te cri, prisioneiro
dos meus sonhos, dos meus medos
em que cativei todas as ondas
ao redor de tantas praias e rochedos.

 

Mas o tempo nada é, só
o bom que existe em ti eu aguardei
entre mares de marujos e navios que
fantasmas me encostam ao sentido,
mal menor que não sinto ou rejeitei.

 

Felipa Monteverde

publicado por Felipa Monteverde às 21:21
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