Domingo, 3 de Março de 2013

XVIII

Sonhos de nada eram o tempo e a madrugada em que
chegavas, rosto gelado de neve e assombro pela
inquietude desta estrada.
Estrada da vida, caminho percorrido na ansiedade de
encontrar um leito e uma verdade que te satisfizessem
sem cansaço. E um abraço
era tudo o que ansiavas e pedias
era tudo o que de mim tu só querias
era o fogo em que ardia o meu corpo e sufocavas.

Chegavas e partias, eu ficava novamente em prantos
marés de sal e de temor em tantas recordações vazias
quantos sonhos de amor jamais teria.

Amor é fogo, dizias sem querer
no abraço que eu tardava a oferecer
nas palavras que jamais te ouvi dizer.
E eu era isto, esta sede de amar, este fogo
a queimar a alma e o corpo em que habitavas.

Sofria só, esta angústia e ânsia em mim trancadas
tantas aguardadas madrugadas e o meu leito arrefecido
jamais apetecido em manhãs assim geladas.

Felipa Monteverde
publicado por Felipa Monteverde às 19:00
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Sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2013

XVII

Era um fado antigo, a sina mais apetecida que eu tivera ao renunciar a um casto sentido e dar lugar ao sonho e à quime...

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publicado por Felipa Monteverde às 23:54
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Sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2013

XVI

E o sonho continua, pesadelo, dor ou sombra fugidia que atormenta as minhas noites e os meus dias que transforma o amor...

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publicado por Felipa Monteverde às 23:52
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Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2013

XV

Nada em ti é claro, obscurece o sonho e nada sei ou vejo. Todas as marés são mar que invejo, navio navegando em sonho va...

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publicado por Felipa Monteverde às 21:39
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Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2013

XIV

Já viste um sonho a fenecer? Sabes como esmorece um ideal? Nas profundas marés de mágoa e sal aprofundo a dor de te amar...

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publicado por Felipa Monteverde às 21:37
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Quarta-feira, 2 de Janeiro de 2013

XIII

Fervi paixões, marés de sal e alegria felicidade efémera e sombria que me transformaram em frustrada e tardia. Tardia ...

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publicado por Felipa Monteverde às 23:33
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Sábado, 29 de Dezembro de 2012

XII

Caí na praia, vinda do espaço em que amei. Afundei os pés na água negra dos teus medos molhei meu corpo nas mágoas que a...

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publicado por Felipa Monteverde às 21:27
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